Arquivo de Março, 2010
as metáforas desgrenhadas…
as metáforas desgrenhadas sentem vontade de narrar aventuras?…
nicolau saião: “Nunca!
As metáforas desgranhadas são colegas dos poetas desgrenhados ou penteadinhos
promotores do “vómito urbano”
e de outras vergonhas e infâmias
que fingem poetar para melhor te morderem o cachaço
São compadres do bentinho
e do béria
comadres do tónho botas
irmãs do careca premiado. Foge delas, inda é tempo
como dizia o Garrett!”
renato suttana: Quando as abate o tédio, certamente.
Ou quando, por motivos ignorados
(talvez pelo prazer dos mil pecados),
tocadas de um fervor novo e demente,
fingem dar de comer aos passarinhos,
distraindo-os com velhas pabulagens
(elas que andam já fartas de viagens)
que aprenderam à margem dos caminhos.
Disto não tenho dúvida: que sentem
lá no seu coração de desgrenhadas
uma vontade aguda, que não mentem,
de narrar aos ouvidos inexpertos
dos que estão a dormir meio despertos
uma boa pazada de aventuras.
fernando rebelo: Ó blogue da minha aldeia (GLOBAL)
dolente na net calma,
cada chat teu é um forward que ressoa na minh’alma.
joaquim simões: às metáforas, não lhes é possível conhecerem uma sua e única verdadeira face, porque nos espelhos se sobrepõem todas as de que foram dotadas. donde se segue que não consigam pentear-se e se apresentarem sempre algo desgrenhadas. esta sua circunstância leva-as, com frequência, a aventuras descabeladas em busca do rosto único
m. almeida e sousa: olha para mim!
para os meus ossos.
sabes, meu rapaz?… por trás da janela eu, muitas vezes, obrigava-me a usar um colar de pérolas.
disse-me ela.
e eu – num mundo onde já não há pedras sobre as quais possas saltar?…
retorquiu ela – o mundo aposta nos nossos corpos.
e
na carne de vaca…
o corpo ensanguentado que descansa naquele caixão vermelho
era eu.
essa coisa das ratas, de que tanto medo tiveste, foi das melhores histórias que alguma vez os moribundos me contaram.
só depois vim a saber que ela era uma elegante metáfora louca por aventuras (daí se tenha suicidado 5 vezes)

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esse implacável arrasto musical
abracemos a velha história
abracemos a velha história
abracemos a velha história
abracemos a velha história
para transportar no nosso regaço a memória dos tempos
esse implacável arrasto musical
reflexo de uma beleza aterradora como tem de ser todo o retábulo existencial

pois
isto é tão só
e
afinal
um retábulo existencial
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nova edição de BicicletA

o livro "BICICLETAS" com poemas de renato suttana e imagem de manuel almeida e sousa estará disponível no "domador de sonhos" - edição PDF - a partir de dia 1 de abril
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os lagartos ladram à lua cheia porquê?
adão contreras: – porque acham que são o reflexo da lua
renato suttana: – ladram para tornar
a noite menos oblíqua
ladram para forçar
qualquer coisa de suave
a acontecer
ladram para inquirir
alguma dimensão
mais íntima do ser.
nicolau saião: Porque de noite todos os lagartos são pérfidos
todas as luas cheias estão vazias
todas as terças-feiras mordem
nos poetas que ladram.
joão daniel: -Voa um bando de pardais na Grande Luz,
Jesus palita os dentes com chiclete,
No Restelo, um pedinte, de Grã-Cruz,
Lá pedala numa velha biciclete.
Uiva um lagarto à lua, em Alvalade,
Por um tranquilo Papa abençoante,
Estridula na cidade a inverdade
De um apito venal e infamante.
Aprestam-se hoje as almas p’rà contenda:
Vem do Norte a trova e traz a lenda
Do pinto que em dragão foi transformado.
Chega, ardente, a Hora. Cuidadosa,
De flor de laranjeira e em cor-de-rosa,
Vem-se a Nação em cima do relvado.
fernando rebelo: Já escrevi mas não consigo saber se lá fica. Será que tenho um probelema na cútes ou algum lagarto se terá paçeado pelo meu cletóres. Çinsseramente. Uma rapariga que se atreve ao anonimato e que vos faz chegar isto pela mão amiga do (Ahhh! Ohh! Uhh!)
bruno vilão: para a maré subir até às estrelas
gonçalo mattos: pela mesma razão que eu canto com as estrelas
m. almeida e sousa: para abraçar uma velha lenda que se cruza nos caminhos a disparar imprecações.
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onde está o pé do rodapé
bruno vilão – está serrado ao meio
nicolau saião – está na bota que bate no rabo que chuta o traseiro do sempre em pé
joaquim simões – o pé do rodapé juntou-se à cabeça para que haja algo com pés e cabeça. nessa altura já terá pés para andar e para rodar num pé de dança. nada disto tem a ver com a água-pé nem com o ponto pé-de-flor. diria qualquer músico que, se quem responder a isto o fosse, só se poderia classificar como um pé
gonçalo mattos: está aqui, no meu bolso.
m. almeida e sousa – está aqui em baixo
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EDITA 2010
Edita XVII Encuentro Internacional de Editores Independientes
Teatro del Mar de Punta Umbría
del 29 de abril a 1 de mayo de 2010
JUEVES 29 DE ABRIL
18:00h. Teatro del Mar
Mesa 1
Acto de entrega del III Premio Internacional de Poesía Palabra Ibérica 2010
Aída Monteón y Tiagó Nené de Palabra Ibérica (Punta Umbría, Huelva) “Decantación” y “Polishop”
Pedro J. Martín Pedrós, Lupe García Anaya y Adolfo Morales de Poesía en la distancia (Huelva) “Sin dejar señales”
M. Lucas González Toro de Revista Laurel (Escacena del Campo, Huelva) “Presentación Mojinganga”
19.30h. Teatro del Mar
Mesa 2
Francisco Aliseda de Centro de Poesía Visual (Peñarroya-Pueblonuevo, Córdoba) “Dos Orillas. Encuentro España-México”
Fernando Esteves Pinto de 4Águas Editora (Olhao, Portugal) “Escrita Corrente”
Rubén Barroso de Contenedores (Sevilla) “Contenedores. Muestra Internacional de Arte de acció: Una década de Performance en Sevilla (2001-2010)
Laura Sanza Martínez de La Veloz Ediciones (Torremocha del Jarama, Madrid) “Presentación de La Veloz Ediciocnes”
23.00h. Bar Reflejos
La Noche del Ágoras (Saltillo, Coahuila, México)
1ª Parte
Aída, Monteón, José Brú, Dante Medina (Zapopan, Jalisco)
Juan Armando Rojas Joo (Ciudad Juarez, Chihuahua) “Río vertebral” (poesía transfronteriza)
Alejandra Peart, Claudia Luna, Jerónimo Valdés, Mercedes Luna (Saltillo, Coahuila)
Sayak Valencia (Tijuana, Baja California) “El reverso exacto del texto” (recital/performance)
Jon Andoni Goikoetxea (Barakaldo, Bizkaya) “Punto y aparte” (performance)
Pere Sousa (Barcelona) “Dadaphone v.10.05”
01.00h. Bar Reflejos
2ª Parte
Francisco Cumpián y Bárbara Zagora (Málaga) “Cigara y Calmez, ARDER”
Eva Vaz (Isla Cristina, Huelva)
José Luis Piquero (Gijón, Asturias)
Jorge Melícias y Fernando de Castro (Oporto, Portugal)
Yolanda Pérez Herreras (Madrid) “Perforkaraoke: Cantemos como si cantáramos bien”
Antonio Vega (Mérida, Badajoz) Talleres Estrella (rap-sonetos, microconcierto)
Rodolfo Franco (Mérida/Brasil) “Almanak”
VIERNES 30 DE ABRIL
10:00h. Teatro del Mar
Mesa 3
Sonia Antón Ríos y Jordi Corominas de Calidoscopio.net (Barcelona) “Calidoscopio.net, un panfleto en la red”
Antonio Vega de Dadá Ediciones (Mérida, Badajoz) Presentación de Dadá Ediciones y VideoDadá
Carmen Herrera de GusiCreaciones (Sevilla) “Poetas a hostias”
Terry Berne y Agustín Devós de Jeder Editorial (Sevilla) “ Eric Berne Centenital: Análisis Transaccional, Juegos Psicológicos y Juegos de Poder”
Horacio Romero de Universidad Autónoma del Estado de Hidalgo (Pachuca, Hidalgo, México) “Feria Iberoamericana del Libro Independiente“
12:00h. Teatro del Mar
Mesa 4
Josep Mª Riera Gassiot de Montflorit Edicions (Cerdanyola del Vallés, Barcelona) “Obra de Víctor Canicio”
Natividad de la Puerta de A Fortiori Editorial (Bilbao) “Mensajes efímeros”
Juan Armando Rojas Joo (Ciudad Juarez, Chihuahua, México) “La literatura de la frontera México / EEUU”
Igor Almeida e Sousade Confraria de Alfarroba (Luz de Tavira, Portugal) “Algarve: un proyecto cultura alternativo”
Antonio G. Villarán y Nuria Mezquita de Cangrejo Pistolero Ediciones (Sevilla) “Perfopoesía pública: Las Noches del Cangrejo, Festival Internacional de Perfopoesía de Sevilla)
17:00h. Teatro del Mar
Mesa 5
Cisco Bellabestia y Sara Herculano de Aristas Martínez (Badajoz) “Aritas Martínez: Breve historia editorial” + “Shhhhh” (concierto audiovisual)
Alumnas del Ciclo Superior de Arte Textil de la Esccuela de Arte de Granada. Revista Entretelas (Granada) “Mujer Revista en Tela”
Yolanda Pérez Herreras de Experimenta (Madrid) “experimenta… Ven y Vino”
Rodolfo Franco de arteLetra (Mérida/Brasil) “Pornogramas”
Fernando Aguiar de Associação Poesía Viva (Lisboa, Portugal) “Poesía Sonora LXXXII” (recital)
Alejandra Peart de Atemporia Editorial (Saltillo, Coahuila, México) “editorialMENTE en el norte del país”
Mercedes Luna de Taller de La Caballeriza (Saltillo, Coahuila, México) “Palabras inquietas o cómo sentarse sobre ellas” (Acción urbana)
19:00h. Teatro del Mar
Mesa 6
Alejandro Arizpe y Claudia Luna de Elementocero Ediciones (Saltillo, Cohauila, México) “La piel de la luz”
Carmen G. Palacios y Manuela Martínez de Lalata (Albacete) “Lalata delata – Primeros Auxilios”
Diego Ortiz y Pepe Murciego de La Más Bella (Madrid) “Anda ya!”
Pere Sousa de Merz Mail (Barcelona) “598: n1 º4 Notebook y nº 15 Kurt Schwitters & Fred Uhlam, la guerra y la reclusión”
Manuel Maciá e Irene Maciá de MAE: Museo de Arte Extemporáneo (Elx, Alicante) ??????
Txus García y Laura Guitierrez de Cia. Human Trash (Vilallonga del Camp, Tarragona) “Polipaleta!” (Cabaret poético)
20.30h. Teatro del Mar
Acto de entrega de los Premios EDITA 2010
23.00h. Bar Reflejos
La Noche del Cangrejo Pistolero (Sevilla)
1º Parte
Inés Ramos (Lisboa, Portugal)
Bufete Libre: Elisa Llorca + Niño Atún (Sevilla) “Tormentas de Verano” (microconcierto)
Txus García y Laura Guitierrez (Vilallonga del Camp, Tarragona)“Lectura de poemas queer”
Manuel Almeida e Sousa (Luz de Tavira, Portugal) “Performance”
Esther Lapeña, Nuria Rovira y Lara Osorio (Madrid) “El Deseo”
Pepe Murciego (Madrid) Salud! (performance)
Tiago Gomes (Lisboa, Portugal)
Ferran Fernández (Girona/Málaga) “Bolero Mix”
Bruno Vilao y Manuel Almeida e Sousa (Cascais, Portugal) “Poéticas del surrealismo portugués” (performance)
01.00h. Bar Reflejos
2ª Parte
Sara Toro (Córdoba) “Souvenir”
Joan Casellas (Barcelona) “Cientounañovista” (performance)
Antonio G. Villarán
Javier Gato
Reverendos Asensio y Berger
Edi Tachera
El Cangrejo Pistolero
SÁBADO 1 DE MAYO
10:00h. Teatro del Mar
Mesa 7
Iván Avila Navarro y Luis Alemañ de Club 100 (Elche, Alicante) “Autogestión y cultura fanzine”
Elena Medel de El Olivo Azul (Córdoba) “De dónde venimos: ¿por qué editar clásicos hoy?”
Alejandra Vanessa de La Bella Varsovia (Córdoba) “La Bella varsovia: poesía al punto”
Joan Casellas de Archivo Aire (Barcelona) “Usos y costumbres del arte a 101 años vista”
Francisco Peralto, Dante Medina y José Bru de Corona del Sur (Málaga) “Ojos que sí ven. Antología de poesía experimental española y mexicana”
Mercedes Luna (Saltillo, Coahuila, México) “Poemas móviles” (performance)
12:00h. Teatro del Mar
Mesa 8
Bruno Vilao de Mandrágora (Cascais, Portugal) “30 años de un proyecto cultural”
Elena Santibáñez y Raymundo Cebada de Rhytm & Books Editorial (México D.F.) “La letra con ritmo entra”
Ferran Fernández de Luces de Gálibo (Girona/Málaga) “Presentación Colección de Poesía Luces de Gálibo”
Hilario Alvarez de Oficina de Ideas Libres (Madrid) “Acción!MAD. Encuentros Internacionales de Arte de Acción de Madrid”
Angeles Alonso y Rafael Delgado de Baile del Sol (Tenerife, Canarias) “Presentación de la novela Arde Flipovic”
17:00h. Teatro del Mar
Mesa 9
Jesús Ge, Mar Benegas y Román Porras de Asociación Poética Caudal (Valencia) “Presentación de los Cuadernos Caudales de Poesía”
+ Miguel Fernández de Fundación Inquietudes (Valencia) “Instrucciones para abrir una caja fuerte”
Koke Vega de Labolsa (Don Alvaro, Badajoz) “Influxus y Labolsa”
Angel Sanz de El Costurero de Aracne (Monachil, Granada) “Aracne precisa colaboradores”
José Jesús Langarica de Revista Galeno (Zapopan, Jalisco, México) “Divulgación Científica en Guadalajara”
Graça Capinha de Oficina de Poesía (Coimbra, Portugal) “Presentación Oficina de Poesía”
Marari Fierro de Endora Ediciones (México D.F.)”Presentación de Endora Ediciones”
Javier Seco de Luz y Cia (Granada) “Palabras que unen palabras que separan” (Acción urbana)
19:00h. Teatro del Mar
Mesa 10
Emma Ruíz del Río y Edith Reyes Jiménez de la Facultad de Estudios Superiores Cuautitlán UNAM (San Sebastián Xhala, Cuautitlán Izcalli, Esatdo de México) “El proceso editorial en la FESC, UNAM”
Jorge Fragoso de Palimage Editorial (Coimbra, Portugal) “Palimage”
Joana Bravo de En3Palabras (Barcelona) “Poesía Urbana”
Iván Vergara de PLACA: Plataforma Artistas Chilango Andaluz (Sevilla / México D.F.) “Cercanía interregional a través de la poesía y las artes”
Dunya el Sahoud Pérez de Pura Vida Ediciones (Granada) “La edición cultural en Granada”
Jerónimo Valdés de El Cerdo de Babel Ediciones (Saltillo, Coahuila, México) “ Presentación de libro Los Marranos y de la Revista Cáscara”
23.00h. Bar Reflejos
La Noche de El Dorado (Valencia)
1ª Parte
Francis Vaz (Huelva)
Eladio Orta (Ayamonte, Huelva)
Antonio Gómez (Mérida, Badajoz) “Dos en uno”
Joana Bravo (Barcelona)
Catalina Rivera (Mérida, Badajoz) “Desatame” (performance)
Graça Capinha , Rita Grácio y Cristina Néry (Coimbra, Portugal)
Koke Vega (Don Alvaro, Badajoz) “A-Muletas”
Antonio Orihuela (Moguer,. Huelva)
Hilario Alvarez (Madrid) “El arte pregunta” (performance)
01.00h.Bar Reflejos
2ª Parte
Alicia Martínez (Valencia) “Acción poética-lúbrica”
Video-Poemas
Eddie J. Bermúdez, Román Porras, Javi de la Torre, Martaerre Sobrecueva (Valencia)
Sefa Bernet , Leda Escudero y Alicia Martínez (Valencia) Performence
Jorge Brunete, Mar Benegas, Marta Gálvez y Jesús Ge (Valencia)
EXPOSICIONES Teatro del Mar
“Los heterónimos de Pessoa” de Eddie J. Bermúdez (Valencia)
“Murales de Arte Colaborativo” de El Dorado (Valencia)
“Arlequines” de Francisco Muciño (México D.F.)
“La manos que todavía trabajuan” de Omar Macías (Monterrey, Nuevo León, México)
EDITORES PARTICIPANTES
ANDALUCÍA
ARBOL DE POE Málaga
AULLIDO LIBRES Punta Umbría, Huelva
BUFETE LIBRE Sevilla
CACÚA EDITORIAL Huelva
CANGREJO PISTOLERO EDICIONES Sevilla
CORONA DEL SUR Málaga
CRECIDA Almonte, Huelva
EL COSTURERO DE ARACNE Monachil, Granada
EL OLIVO AZAUL Córdoba
ENTRETELAS Granada
GUSI CREACIONES Sevilla
ISLAVARIA EDITORIAL Huelva
JEDER EDITORIAL Sevilla
LA BELLA VARSOVIA Córdoba
LUZ Y CIA Granada
PALABRA IBÉRICA Punta Umbria, Huelva
POESÍA EN LA DISTANCIA Huelva
PURA VIDA EDICIONES Granada
REVISTA VOLANDAS Punta Umbría, Huelva
VOCES DEL EXTREMO Moguer, Huelva
CANARIAS
BAILE DEL SOL EDITORIAL Santa Cruz de Tenerife
CASTILLA – LA MANCHA
LALATA Albacete
CATALUÑA
ARCHIVO AIRE Barcelona
CALISDOSCOPIO.NET Barcelona
CIA HUMAN TRASH Vilallonga del Camp, Tarragona
EN3PALABRAS Barcelona
LUCES DE GÁLIBO Girona/Málaga
MERZ MAIL Barcelona
MONFLORIT EDICIONS Cerdanyola del Vallés, Barcelona
EXTREMADURA
ARISTAS MARTÍNEZ Badajoz
DADÁ EDICIONES Mérida (Badajoz)
LABOLSA Don Alvaro (Badajoz)
PÍNTALO DE VERDE Mérida (Badajoz)
MADRID
DIÓGENES ONTERNACIONAL Madrid
EXPERIMENTA Madrid
LA MÁS BELLA Madrid
LA VELOZ EDICIONES Torremocha del Jarama
OFICINA DE IDEAS LIBRES Madrid
TRECE TRENES Madrid
PAÍS VASCO
A FORTIORI EDITORIAL Bilbao. Bizkaya
LA GALLETA DEL NORTE Barakaldo, Bizkaya
VALENCIA
ASOCIACIÓN POÉTICA CAUDAL Valencia
CLUB 100 Elche, Alicante
EL DORADO Valencia
FUNDACIÓN INQUIETUDES Valencia
LA EXACTA PALABRA Valencia
LA TRINCHERA POÉTICA Valencia
MAE Elche, Alicante
BRASIL
ARTELETRA Sao Paolo
MÉXICO
ATEMPORIA EDITORIAL Saltillo, Coahuila
EL AGUAJE Guadalajara, Jalisco
EL CERDO DE BABEL EDICIONES Saltillo, Coahuila
ELEMENTO CERO Saltillo, Cohauila
ENDORA EDICIONES México D.F.
FACULTAD DE CUATITLAN / UNAM San Sebastián Xhala, Estado de México
LA MUSA FEA Zapopan, Jalisco
PLACA México D.F /Sevilla.
REVISTA GALENO Zapopan, Jalisco
RHYTHM & BOOKS EDITORIAL México D.F.
TALLER DE LA CABALLERIZA Saltillo, Coahuila
UNIVERSIDAD AUTONOMA DEL ESTADO DE HIDALGO, Pachuca, Hidalgo
PORTUGAL
ASSOCIAÇAO POESÍA VIVA Lisboa
CONFRARI ALFARROBA Luz de Tavira
COSMORAMA EDIÇOES Oporto
MANDRÁGORA Cascais
OFICINA DE POESÍA Coimbra
PALIMAGE EDITORIAL Coimbra
4ÁGUAS EDITORA Olhao
REVISTA BIBLIA Lisboa
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no dia mundial do teatro

… e de agora em diante dedicarei-me-ei exclusivamente
ao teatro
tal como o imagino
um teatro de sangue
um teatro que em cada representação será feito algo
corporalmente
para aqueles que representam
e também para aqueles que vêm ver representar
tive uma visão esta tarde – vi aqueles que me seguirão e que ainda não estão completamente encarnados porque os porcos, como aquele do restaurante de ontem à noite, comem demais
Alguns comem demais – outros, como eu, não conseguem comer sem cuspir.
Todo seu
Antonin Artaud (in: “para acabar de vez com o juízo de deus”)
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mulher…
as almas erguem-se ao ritmo de uma litania
as almas erguem-se por entre urtigas
e
rios cristalinos de ternura
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