no II encontros de arte contemporânea algarve-andaluzia


acção performativa de manuel almeida e sousa e gonçalo mattos em II encontros de arte contemporânea algarve-andaluzia

5 Comentários

  josé gonsalo escreveu @

Enquanto empreiteiro, tenho a dizer que não empregaria nenhum dos dois, nem para levar bejecas ao pessoal! Olhem só para as camisinhas sem nódoas de cimento amassado com suor e as calças de ir ao Bairro Alto! Intelectuais do betão armados em ecologistas do tijolo! Vai lá p’r'à tua terra, oooh…!

  Joaquim Simões escreveu @

O Gonsalo é palerma! Não sabe o que diz! A performance é uma reflexão espontânea e, portanto, expressão do momento fundador do acto criativo a que o artista dá corpo mediado pelo seu próprio corpo.
Pode discutir-se se é arte ou apenas o anúncio dela, mas não pode ser vista somente a partir das circunstâncias do acto criativo em si mesmo.

  Manuel Bolinhas escreveu @

Oh Quim, mas o Gonsalo tem razão quando aponta para a validade dessa “reflexão espontânea” (não gosto do termo, preferiria o de “espontaneidade síncrona acção-reflexão”), atendendo à circunstância vivencial de que os performers dão indícios pela postura, nela incluída o trajar. É claro que podemos admitir a existência de um estádio precedente da acção que tenha levado a uma pré-meditação subjacente a muitas das concepções que jorraram ao longo dessa acção, e que, por esse meio, procurasse assentá-la no plano do humor. Mas isso, apenas os actores poderão adiantar, se tal não se apresentar contrário à intencionalidade do que ficou realizado.

  ora viva escreveu @

Cá para mim, isto são só dois gajos a divertirem-se bué e quem quiser que dê o sentido que achar por bem. Eu, se estivesse no lugar deles, só acrescentava (pelo menos) dois elementos do sexo complementar e punha o resultado no youporn, na categoria foursome.
Mai nada e deixem-se de intelectualices os três!
Se precisarem de mim para outra performance, estou à disposição. Mas, se for com tijolos, carreguem-nos eles ou o diabo!

  b bernardo escreveu @

Quê?….
…” quando aponta para a validade dessa “reflexão espontânea” (não gosto do termo, preferiria o de “espontaneidade síncrona acção-reflexão”),”
isto são mesmo tretas… tretas.
…” atendendo à circunstância vivencial de que os performers dão indícios pela postura, nela incluída o trajar. É claro que podemos admitir a existência de um estádio precedente da acção que tenha levado a uma pré-meditação subjacente a muitas das concepções que jorraram ao longo dessa acção, e que, por esse meio, procurasse assentá-la no plano do humor”.????????
Não. A razão é outra. Aqui a performance é tão só a performance. Não mais que isso. Estamos a brincar aos semióticos?…
Também me venderam essa treta… tentaram vendê-la. Não a comprei. Porque sim.


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