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“Era uma vez 2 histórias de uma só vez” no Teatro Ibérico!…

uma produção de Mandrágora

Com: Eunice Correia, Gonçalo Mattos e Ricardo Oliveira


Encenação de: Manuel Almeida e Sousa

Era 1 vez 2 histórias de 1 só vez – o espectáculo de mandrágora estará em cena no Teatro Ibérico nos dias 26 de maio e 2 de junho (pelas 17:00 horas).

oportunidade para levar as crianças ao teatro > Teatro Ibérico – Rua de Xabregas 54  1900 Lisboa

clicar aqui para ver mapa da google (do Teatro Ibérico)

é já amanhã

Mandrágora Centro de Cultura e Pesquisa de Arte
em colaboração com
Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul

apresenta:
1 espectáculo infantil

“ERA 1 VEZ 2 HISTÓRIAS DE 1 SÓ VEZ”

Estreia do espectáculo no dia 1 de Março pelas 21:30.
Reposições dias 3 e 10 de Março pelas 11.00 horas e dias 4 e 11 de Março pelas 16.00 horas
na Sociedade Guilherme Cossoul – av. D. Carlos I – 61 – 1º andar Lisboa

Elenco: Eunice Correia, Gonçalo Mattos, Ricardo Oliveira
Apoio: Bruno Vilão, Sandra Simões e Diana Cipriano
Produção: Mandrágora – Centro de Cultura e Pesquisa de Arte
Texto e Encenação: Manuel Almeida e Sousa

historias – para crianças

“ERA 1 VEZ 2 HISTÓRIAS DE 1 SÓ VEZ”

um espectáculo concebido para a itinerância.

 

estreia: Quinta-feira, 1 de Março de 2012 —–> 21:30

“ERA 1 VEZ 2 HISTÓRIAS DE 1 SÓ VEZ”

na sociedade guilherme cossoul – av. D. Carlos I – 61 – 1º andar Lisboa

dias 3 e 10 de março pelas 11.00 horas, dias 4 e 11 demarço pelas 16.00 horas

elenco: Eunice Correia, Gonçalo Mattos, Ricardo Oliveira


apoio: Bruno Vilão, Sandra Simões  e Diana Cipriano

produção: Mandrágora – Centro de Cultura e Pesquisa de Arte


texto e encenação: Manuel Almeida e Sousa

Os números de 2011

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um excerto:

A sala de concertos da Ópera de Sydney tem uma capacidade de 2.700 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 8.300 vezes em 2011. Se fosse a sala de concertos, eram precisos 3 concertos egostados para sentar essas pessoas todas.

Clique aqui para ver o relatório completo

em tavira

ANTOLOGIA
Quatro vivos e um morto

 1. Almeida e Sousa ou o retorno das fadas

Almeida e Sousa acentua mais ou menos conscientemente o contraste entre a reposição parcial da antiga legibilidade e o exterior atmosférico a que usa chamar-se passado.
É, obviamente, um exilado da tal pintura de tradição. Os seus quadros assemelham-se a violentas sacudidelas na sua vida de pessoa que intervém mediante os materiais, os traços, a cor ou a ausência de cor, na sequência do quotidiano. É o acaso que o motiva ou, pelo contrário, é uma deliberada atenção a tudo o que o rodeia? Que possui bons olhos de pintor e independência de espírito – e de razão conceptual – não sofre dúvida. Ele subverte – e nas suas colagens isso é muito perceptível – muito do tempo presente. Mas isso é evidentemente uma busca lúcida do futuro.
Almeida e Sousa é pois uma espécie de antiquário (no entreposto que é a pintura intemporal) cuja paixão de sonhador activo o leva a incendiar o coração das recordações. Por isso as suas diversas representações exteriores – encenadas no interior que como ser humano lhe pertence – são parte de um universo que, como testemunha invisível, nos mostra as habituais e inúmeras servidões da humanidade.
Este pintor devolve a dignidade ao detrito, ao inacabado, a uma espécie muito peculiar de vazio que, no fundo, é uma concepção espacial de presente, de tempo presente. Procede a uma espécie de decantação da matéria afastada da obra alquímica que é pintar, fazer, elaborar com as formas do mundo.
Os velhos mitos são agora como imagens fixas: amores, recordações, viagens e amarguras, todas as representações de um universo de relação – vão desaparecendo lentamente, vão-se transformando em ausências no interior do jogo a que o pintor se entrega. Gostaria que se pudesse entender, daqui a muitos anos, que a principal aposta deste nostálgico de planetas perdidos, deste pacífico sonhador com rosto de flibusteiro, assentava na tentativa paciente e devotada de colocar na natureza-morta da existência o perfil surpreendido e desconstruído duma guitarra maravilhosa ou de um animal favorito. Ou de um qualquer sinal de iniciação para todos os que não se rendem à incapacidade de entender.
Se as ilusões se pagam caro, não é uma qualquer modulação espacio-temporal que vai salvar o que ficou pendurado nos ramos da árvore da sabedoria. Almeida e Sousa, à sua maneira, aí está para o testemunhar.

Nicolau Saião

Bom Dia!….

edição (PDF) de mr. antipyrine de T. Tzara

A PRIMEIRA AVENTURA CELESTE DE MR. ANTIPYRINE DE T. TZARA!…

clicar na imagem para baixar

pode ainda baixar aqui


REVISTA TRIPLOV
 de Artes, Religiões e Ciências

acaba de ser publicado  Número 14 | Nova Série | 2011

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Andrés Galera | Lamarck y la conservación adaptativa de la vida
António Cândido Franco | Afonso Cautela: poesia mortal e viva
Paulo Brito e Abreu | Fernando Guilherme Azevedo, «Avulso esplendor de uma luz habitada»
Luís Costa | Três poemas do livro «Arqueologia noturna»
Manuel Almeida e Sousa | Anjo com passaporte
Victor Oliveira Mateus | Devir e mesmidade na poesia de Dora Ferreira da Silva
Adelto Gonçalves | O senhor embaixador
EDITOR | TRIPLOV
Francisco Teixeira | Saramago, Cainitas e Outros Gnósticos – A Iconoclastia como Modalidade do Humano

IX Colóquio Internacional «Discursos e Práticas Alquímicas» Centro Cultural Gonçalves Sapinho . Benedita, 29-30 de Maio de 2010

Risoleta Pinto Pedro | A sabedoria das rodas
João Silva de Sousa | O Maravilhoso na Idade Média – Uma Literatura Profana
José Pinto Casquilho | Estrutura ausente?
Floriano Martins | Raul Bopp
Isabel Cruz | Aspectos de transferências de tecnologia: a consultadoria de Percy Parrish na CUF, Companhia União Fabril (Anos 40 do século XX)
Haron Gamal | Silêncio e plenitude, a trama narrativa de Per Johns
Joaquim Carvalho | Fernando Pessoa, génese dos heterónimos
Barbara Jursic | As personagens femininas em O Ano da Morte de Ricardo Reis
Branca Maria de Paula | Menina querida
Marina Santos | Considerações acerca do progresso humano

PRESENÇA DA DIREÇÃO
Maria Estela Guedes | Os livros que somos

em tavira… foi assim

manuel almeida e sousa em "armapalavra" - TAVIRA - um projecto de "artalaia"

texto da conferência (a partir de fragmentos da peça dramática de m. almeida e sousa – “rosbife.ponto.come-se”):

Penso adaptar-me a esta nova situação com alguma facilidade.
Disseste tu.

 -  Foi no momento em que o comboio cruzou o espaço numa rapidez algo desesperante.
    estavas obcecado
        pela poesia das máquinas.

 - Eu não disse nada.
        Melhor: Disse pouco.
disse: – como foi possível!?…
e continuei: – segundo o novo paradigma, a consciência foi primeiro e a evolução depois
    estamos perante uma situação que
                sem dúvida
    dará lugar a uma espécie de revolução
    uma revolução de insuspeitas consequências
        não só no mundo da ciência
        mas também em todos os aspectos da vida.

- Estamos a bordo da Nova Era
                                    a Era
        do mundo aberto ao meio…
        um mundo aberto a um Eu e
        capaz de desempenhar o seu papel a nível superior.
Cada meta que a humanidade alcança é um novo começar     
e
    a totalidade da história, não é mais que…

    uma máquina para gerar e gerir sonhos lúcidos.

 - Uma máquina…
        revela toda a complexidade, toda a riqueza.
            Tantos conflitos…
                    secretos?

 - Aos quinze anos éramos parcos em palavras…
        durante largos períodos parecíamos mudos.
        e
    a tua poesia deslizava por caminhos de dupla identidade.
    Uma identidade cruzada
        indiciadora de um quase ajuste de contas.

 -  Escrevia-a, nessa altura, nas carruagens de 3ª classe. Resultava uma escrita trémula, reveladora de um carinho profundo, umbilical…
disseste.
e
continuaste:
 - Uma escrita forte. Tão forte como incomunicável, tão centripta como absorvente.

 -  Nunca pensei nisso. assim…

 - Mas era.

 -  talvez…

 - Uma escrita herdeira de mundos limitados…
                    enclausurados
                    domésticos
                    obscuros
    o retrato da penumbra
  de arquitecturas populares
    a ruína
    o mal passar nas fábricas
    a sordidez que chega no limite da fuga…

 -  Os bancos da 3ª classe eram de pau. duros.

 - Os poemas apresentavam-se de forma magnífica.

 -  Disse-os uma vez no café da estação.

 - Estou lembrado.

 -  Disse: – O pensamento é contagioso, vicioso, viral.

 - Ah!…
        A magnífica forma de como a voz se transformava…

 -  Outras não.

 -  Outras vezes pode existir uma causa objectiva que afecte uma situação, mas a verdade voluptuosa acentua os danos a partir do pensamento…

 - Os arquétipos que se manipulam ultimamente em literatura interessam-me pouco.

 - O pânico, sim.

 -  O pânico…?

 - Claro, o pânico.
        Ah!…
            e o caos.

- Sim, o pânico e o…

 -  O pânico…

 - O pânico produz-se tal como uma concupiscência gostosa na nossa própria carne.
O pânico reproduz-se no tumulto como uma substância primitiva.
É uma energia telúrica que nos envia às origens remotas da vida.

- O pânico é um aditivo extraordinariamente eficaz, determina condutas implacáveis e momentos únicos…
        deslumbrantes
        uma enorme copulação terrorista!…

o rosto social da coisa

triploV – revista #12

saiu o número 12 da revista TRIPLO V

CONTEÚDOS

Victor Montoya | Entre Pessoa y la Revolución de los Claves

João Silva de Sousa | Granada ou Marrocos?

Adelto Gonçalves | Eça de Queiroz em imagens

Manuel Almeida e Sousa | O santo ovo

J. Miguel | Arnaldo

Cunha de Leiradella | Abril não é o mais cruel dos meses

José do Carmo Francisco | A garlopa de Cesário em Janeiro

Pedro Sevylla de Juana | A vagarosa evolução do pensamento

Floriano Martins| A outra ponta do homem

Nicolau Saião | Um olhar sobre o passado

Branca Maria de Paula | Menina querida

Dora Gago | Florbela, a Princesa Desalento

Geraldo Lima | A descida aos labirintos de Brasília na poética de Augusto Rodrigues

Fernando Sorrentino | O regresso

IX Colóquio Internacional «Discursos e Práticas Alquímicas»
Centro Cultural Gonçalves Sapinho . Benedita, 29-30 de Maio de 2010

Luís Resina | A metamorfose da Terra

Pedro Andrade | Terras e Sobreterras: Redacções e Inversões – Reflexões sobre as sobreterras dos mundos virtuais

PROJECTO EDITORIAL BANDA LUSÓFONA

PROJECTO EDITORIAL BANDA LUSÓFONA

JORNAL DE POESIA | FORTALEZA l CEARÁ l BRASIL
COORDENAÇÃO EDITORIAL | FLORIANO MARTINS

www.jornaldepoesia.jor.br/blportal.htm

2010

ACERVO GERAL | ANGOLA

João Tala (1959)

ACERVO GERAL | BRASIL

Adriano Espínola (1952) | Aíla Sampaio (1965) | Antonio Cícero (1945)|Astrid Cabral (1936) | Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) |Carlos Felipe Moisés (1942) | Castro Alves (1847-1871) | Claudio Willer (1940) |Contador Borges (1954) | Cruz e Souza (1861-1898) | Dante Milano (1899-1991) |Donizete Galvão (1955) | Dora Ferreira da Silva (1918-2006) |Floriano Martins (1957) | Foed Castro Chamma (1927-2010) | Francisco Carvalho (1927) | Hilda Hilst (1930-2004) | Ivan Junqueira (1934) |João Cabral de Melo Neto (1920-1998) | José Alcides Pinto (1923-2008)| José Santiago Naud (1930) |Lêdo Ivo (1924) | Luís Murat (1861-1929) | Marco Lucchesi (1963) | Maria Esther Maciel (1963)|Nicolas Behr (1958) | Pedro Henrique Saraiva Leão (1938) | Raúl Bopp (1898-1984) | Rodrigo Petronio (1975) | Ruy Espinheira Filho (1942) |Sabino Romariz (1873-1913) |Sebastião Cícero G. Passos (1867-1909) |Sérgio Campos (1941-1994)

ACERVO GERAL | CABO VERDE

José Luís Tavares (1967)

ACERVO GERAL | GUINÉ-BISSAU

Vasco Cabral (1926-2005) | Maria Estela Guedes (1947)

ACERVO GERAL | MOÇAMBIQUE

Luís Carlos Patraquim (1953) | Tânia Tomé (1981)

ACERVO GERAL | PORTUGAL

Agostinho da Silva (1906-1994) | Alberto Pimenta (1937) | Ana Hatherly (1929) | Ana Marques Gastão (1962) | António Barahona (1939)|António José Forte (1931-1988) | Armando Silva Carvalho (1938) |Carlos Garcia de Castro (1934) |Cristovam Pavia (1933-1968) |Cruzeiro Seixas (1920) | Dalila Teles Veras (1946) | Eduardo Guerra Carneiro (1942-2004) |Emerenciano (1946) | Fernando Aguiar (1956) | Fernando Alves dos Santos (1928-1993) | Fernando Echevarría (1929) | Fiama Hasse Pais Brandão (1938-2007) | Isabel Meyrelles (1929) |João Garção (1969) | Jorge de Sena (1919-1978) | José-Alberto Marques (1939) |José Correia Tavares (1938) |José do Carmo Francisco (1951) | José Manuel Capêlo (1946-2010) | José Régio (1901-1969) | Júlio Conrado (1936) | Luís de Camões (1524-1580) | Luiza Neto Jorge (1939-1989) |Manuel António Pina (1943) | Manuel de Almeida e Sousa (1946) |Manuel Gusmão (1945) | Maria Estela Guedes (1947) |Maria Teresa Horta (1937) | Mario Cesariny (1923-2006) | Nicolau Saião (1946) | Nuno Júdice (1949)| Nuno Rebocho (1945) | Pedro Tamen (1934) | Rosa Alice Branco (1950) | Salvato Telles de Menezes (1949) | Saúl Dias (1902-1983) | Sylvia Beirute (1984) | Travanca Rego (1940-2003)


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