devorando as incumbências do passado


esfaqueado pela luminosidade
devoro as incumbências do passado
cresço por entre ervas
e voltarei à rua que desagua no mar

qual inocente entre as pernas deste país de marinheiros

diz-me que não há água suficiente para apagar a minha sede
não quero remendar as portas que se abrem ao meu nome

estou vivo

e 
louco como me desejas
AA

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